Saiba como identificar os níveis de escrita de sua turma e registrar os dados para acompanhar a aprendizagem

Se você fez a sondagem de escrita dos alunos, agora precisa avaliar, analisar e registrar os dados. Saiba como fazer tudo isso, com informações detalhadas e modelos de fichas para registro!

Olá! Que bom ter você aqui!

À primeira vista, quando vemos a escrita de crianças que ainda não aprenderam a escrever convencionalmente, parece um código difícil de explicar. Mas, quando temos conhecimento sobre como as crianças aprendem a ler e escrever, tudo fica claro!

Além de ser interessante, o conhecimento sobre o nível de escrita dos alunos ajuda a orientar o planejamento e encaminhar intervenções pedagógicas para que todos avancem, independentemente do nível em que estão.

No artigo anterior, apresentei 8 propostas sobre como fazer sondagem de escrita:

  1. ditado – palavra mistério;
  2. ditado – frase da semana; 
  3. ditado de texto/ditado 0 erros;
  4. ditado para avaliar o desenvolvimento das habilidades preditoras
  5. ditado tradicional de acordo com a Psicogênese;
  6. autoditado;
  7. sondagem a partir da reescrita de conto; 
  8. sondagem a partir de um contexto significativo.

Este post vai te ajudar a avaliar o tipo de sondagem que você escolheu aplicar. Além disso, aqui você também terá a oportunidade de conhecer ou relembrar duas perspectivas diferentes para avaliar em qual fase o estudante se encontra: primeiramente, a perspectiva fonológica com base na teoria de Linnea Ehri e, em segundo lugar, a Psicogênese da Escrita, de Emília Ferreiro e Ana Teberosky. 

Se você ainda não realizou a sondagem de escrita, veja aqui como realizar:

Se você ainda não realizou a sondagem de escrita, veja aqui como realizar:

Confira 8 propostas para realizar sondagem de escrita

Vamos começar falando da perspectiva atual, de acordo com evidências científicas. Logo após, você pode conferir a perspectiva da psicogênese da escrita. Boa leitura!

Como avaliar a sondagem de escrita realizada a partir de ditado de acordo com a teoria de Linnea Ehri

As propostas atuais, que consideram evidências científicas, entendem que a evolução da escrita acontece a partir de mudanças graduais na habilidade do aprendiz em detectar e representar os sons de uma palavra por grafemas (letras).

Isso significa que os estudantes aprendem a codificar e decodificar com sucesso, quando entendem que a escrita não é um “desenho” de uma palavra pronunciada, mas que cada letra que escrevemos no papel representa um “sonzinho” da fala.

De acordo com a teoria de Linnea Ehri, o desenvolvimento das habilidades de leitura e de escrita acontece em quatro fases: pré-alfabética, parcialmente alfabética, alfabético-completa e alfabético-consolidada. Esse modelo proposto por Ehri é chamado “teoria da amalgamação”.

As fases não são consideradas períodos distintos de desenvolvimento. Na verdade, elas sobrepõem-se conforme o conhecimento da criança sobre o sistema de escrita, especialmente, relações entre letras e sons. E, também, está relacionado com o tipo de conexão que predomina para reter palavras escritas na memória (Ehri; O’Leary, 2022).

A descrição das fases que serão apresentadas a seguir, tem como embasamento teórico os livros “Alfabetização baseada em evidências: da ciência à sala de aula”, organizado por Renan Sargiani (2022) e “Alfabetização no século XXI: Como se aprende a ler e a escrever”, organizado por Maria Regina Maluf e Cláudia Cardoso-Martins (2013).

Fase pré-alfabética

Você identificou que alguns alunos escrevem letras aleatórias que não têm nada a ver com a palavra ditada?

Isso significa que eles ainda não compreendem o sistema de escrita, ou seja, não fazem conexões entre letras e sons. Essa é uma característica da fase pré-alfabética.

Nessa fase, para “tentar ler”, as crianças observam os recursos visuais, como cores, formas, o contexto, a pronúncia e o significado da palavra. Assim, não há decodificação, pois elas memorizam o padrão visual.

Muitas vezes, o estudante lê rótulos, nomes dos colegas e palavras de uso frequente. Então pensamos: “Ele/ela já consegue ler.” Porém, quando essas palavras são usadas em outro contexto, o estudante não reconhece, pois ele não lembra das letras. 

É como se a criança enxergasse a escrita como um desenho que representa as características de um objeto e não os sons da fala.

Fase parcialmente alfabética ou alfabética parcial

Nessa fase, as crianças já aprenderam sobre as letras e não utilizam pistas visuais, mas sim pistas fonológicas. Elas conseguem relacionar letras com os sons iniciais e finais. No entanto, essas conexões ainda estão incompletas, pois a consciência fonêmica ainda não foi totalmente desenvolvida.

Para identificar quais alunos estão nessa fase, você precisa observar quais escritas dão indícios de que o aprendiz está começando a relacionar letras e sons. Geralmente, eles escrevem a primeira e a última letra da palavra corretamente.

Para ler palavras desconhecidas, esses estudantes também utilizam as letras iniciais e/ou finais e pistas contextuais para fazer a previsão do que está escrito.

Vale ressaltar que é muito comum as crianças identificarem as vogais, pois o som é mais fácil de ser percebido.

Fase alfabética completa

Nessa fase, as crianças já aprenderam as principais relações fonema-grafema. Então, você vai registrar como estando na fase alfabética, aqueles alunos que escrevem palavras de forma mais completa, mesmo não dominando a ortografia. 

Na fase alfabética completa, eles conseguem segmentar palavras em fonemas, decodificar palavras novas e fixar melhor na memória as palavras escritas com suas pronúncias e significados.

Fase alfabética consolidada

Quando os estudantes estão na fase alfabética consolidada, já armazenaram na memória a ortografia de várias palavras. Assim, conseguem reconhecer palavras de modo automático, sem esforço. Menos conexões precisam ser formadas para ler palavras maiores e mais complexas.

No ditado, você vai considerar que, quando os estudantes já conseguem escrever palavras desconhecidas com grafias foneticamente completas, utilizando sílabas e morfemas (unidades maiores do que o grafema e o fonema), eles estão na fase alfabética consolidada.

Resumindo…

Como avaliar o ditado metalinguístico

No ditado da palavra mistério, frase da semana, ditado de texto/ditado de 0 erros acontece tanto a avaliação diagnóstica, quanto a avaliação formativa, isto é, ao longo do processo. É uma prática diferente do que estamos acostumadas, pois a professora dita e os alunos têm a oportunidade de expor suas dúvidas, compartilhar o que já sabem e explicar porque escreverem de determinada maneira (Sousa, 2014).

“Por um lado, a observação dos erros de escrita possibilita um ensino mais focado. Por outro lado, a análise das verbalizações das crianças possibilita o entendimento dos obstáculos e das dificuldades que estas enfrentam. Este conhecimento sobre as conceptualizações das crianças possibilita estratégias de ensino mais centradas e ajustadas dado que torna possível o trabalho na zona de desenvolvimento proximal” (Sousa, 2014, p. 121).

No ditado da palavra mistério, é possível observar se o estudante conhece as letras, os sons que essas letras representam, algumas regularidades, enfim, se compreende o nosso sistema de escrita.

Na frase da semana, além da observação já realizada no ditado de palavras, é possível avaliar se os estudantes conseguem segmentar (colocar o espaço em branco) entre as palavras.

Já no ditado de texto, a avaliação pode considerar a construção do conhecimento ortográfico pelos alunos.

Como avaliar a sondagem de escrita realizada a partir de ditado de acordo com a Psicogênese

Agora, vamos analisar a folha de ditado dos alunos de acordo com a Psicogênese, caso você tenha escolhido essa perspectiva.

Você irá observar quais escritas dos estudantes apresentam as características de determinado nível. Vale lembrar que não existe um tipo de escrita padronizada para cada hipótese. 

Isso significa que alunos categorizados dentro de um mesmo nível podem apresentar escritas diferentes. Também podem acontecer interseções entre os níveis, ou seja, o aluno está avançando de um nível para outro.

Assim, de acordo com a psicogênese, classificar os alunos em níveis de escrita é um procedimento didático para melhor compreensão das hipóteses que as crianças estão formulando em suas tentativas de escrever convencionalmente. 

As pesquisadoras argentinas Emília Ferreiro e Ana Teberosky identificaram estes estágios ou níveis de compreensão do sistema de representação: pré-silábico, silábico sem valor sonoro, silábico com valor sonoro, silábico-alfabético e alfabético.

Nível pré-silábico

Observe nos ditados se há escritas com desenhos, rabiscos, pseudo letras, números ou garatujas (escritas indecifráveis para o adulto). Essa é a fase inicial do nível pré-silábico. No início, a criança não percebe a relação entre a escrita e a fala e, por isso, acredita que a escrita é uma maneira de desenhar os objetos.

É comum o aluno escrever palavras pequenas ou com poucas letras para nomear objetos pequenos e palavras grandes ou com muitas letras para nomear objetos grandes. Nesse caso, ele ainda não venceu a fase do realismo nominal.

Mas, não só essas características do nível pré-silábico. Há evoluções dentro dessa hipótese. Logo, a criança começa a perceber a diferença entre o desenho e a escrita.

Sendo assim, analise nos ditados as seguintes questões: 

  • A criança escreveu ocupando toda a largura da folha com uma grande quantidade de letras. 
  • Utilizou apenas uma letra para representar cada palavra.
  • Utilizou o mesmo conjunto de letras numa mesma ordem para escrever palavras diferentes.

Também é uma característica dos alunos pré-silábicos acreditar que é preciso um número de letras (de 2 a 4) para escrever alguma coisa. Eles costumam usar as mesmas letras, geralmente, do próprio nome, variando a ordem e quantidade de letras para cada palavra.

Porém, também há escritas pré-silábicas nas quais a quantidade de letras é a mesma para todas as palavras do ditado, sendo que as letras são diferentes e a ordem delas também. As crianças, então, começam a diferenciar bastante uma escrita da outra, com o objetivo de escrever palavras distintas.

Enfim, são muitos fatores para observar se o aluno é pré-silábico. Mas, para resumir, tenha em mente aqueles alunos que, no ditado, não fizeram correspondência entre escrita e som. Em relação à quantidade, pois o número de letras não corresponde ao número de sílabas e fonemas das palavras ditadas. E também em relação à qualidade, pois as letras utilizadas não correspondem aos fonemas das palavras que você ditou.No momento da leitura, esses alunos passaram o dedo direto na palavra, sem relação com a fala? É também um indício de que não reconhecem a pauta sonora das palavras.

Como avaliar sondagem de escrita: exemplos de escrita pré-silábica

Nível silábico sem valor sonoro

Neste nível, as crianças começam a entender a escrita como representação dos sons da palavra pronunciada. No entanto, formularam uma hipótese de que a quantidade de letras de uma palavra deve ser a mesma quantidade dos segmentos silábicos pronunciados. Para simplificar, escrevem uma letra para cada sílaba.

Para identificar quais alunos estão no nível silábico sem valor sonoro, considere as escritas que, embora tenham uma letra para cada sílaba, essas letras não representam o som correspondente. Em outras palavras, utilizam uma letra qualquer para representar a sílaba e isso é um sinal de que estão no nível de escrita silábico sem valor sonoro.

Como avaliar sondagem de escrita: exemplos de escrita silábica sem valor sonoro

Nível silábico com valor sonoro

Aqui você também deve observar escritas que possuem uma letra para representar a sílaba. Contudo, não é uma letra aleatória. Pelo contrário, a criança utiliza letras que correspondem ao som da sílaba. Às vezes, usa só vogais ou só consoantes. Outras vezes, utilizam tanto vogais quanto consoantes. 

Porém, há uma questão interessante nessa hipótese e devemos ter atenção. Os alunos vão criando outras hipóteses, como a de que existe uma quantidade mínima de letras para escrever. Por isso, principalmente na palavra monossílaba, o aluno silábico pode não se conformar em usar apenas uma letra. Porque acredita que não se pode escrever uma palavra com uma letra só ou mesmo duas.

Diante desse conflito, é comum que o aluno acrescente outras letras, o que não significa que ele não esteja no nível silábico. No momento da leitura, é mais fácil identificar esse conflito.

Como avaliar sondagem de escrita: exemplos de escrita silábica com valor sonoro

Nível silábico-alfabético

Nesta hipótese, considere alunos que, ora escreveram uma letra para representar a sílaba, ora escreveram a sílaba completa. Geralmente, a dificuldade é maior em sílabas complexas.

Nessa perspectiva, há um conflito da criança que está quase no nível alfabético. Está fazendo essa transição do silábico para o alfabético. Por isso, às vezes, grafam-se as palavras a partir da hipótese de que a escrita representa a sílaba como unidade mínima. E outras vezes, já demonstra compreender que a escrita representa os fonemas.

Observar essa questão remete à importância da Psicogênese da escrita. Você já deve ter ouvido a expressão de que “o aluno está comendo letras”, em um passado distante ou nem tão distante assim. Na verdade, é um bom sinal, a criança está evoluindo! Ela está acrescentando letras às palavras, pois estava em um nível silábico e agora caminha para o nível alfabético.

Como avaliar sondagem de escrita: exemplos de escrita silábica-alfabética

Nível alfabético

Serão classificados neste nível os alunos que, na escrita das palavras ditadas, usaram letras para representar fonemas. Isto é, foram capazes de fazer todas as relações entre grafemas e fonemas.

No entanto, não significa que os alunos alfabéticos já escrevem convencionalmente. Eles ainda apresentam problemas na transcrição da fala e cometem erros ortográficos. 

Como entendem que a escrita representa a fala, muitas vezes escrevem como a gente costuma falar no cotidiano. Assim, o grande desafio para esses estudantes é entender a convenção ortográfica de nossa língua.

Como avaliar sondagem de escrita: exemplos de escrita alfabética
Planilha para registrar sondagem de escrita

Confira uma planilha que facilita o registro da sondagem de escrita

Com esta planilha vai ficar fácil registrar as hipóteses de escrita dos alunos e analisar os resultados.

Como avaliar a sondagem de escrita realizada a partir de um contexto significativo

Para esse tipo de sondagem, é preciso avaliar como as crianças realizaram suas escritas e como interagiram com o professor ou com outros colegas, no caso de agrupamentos.

Assim como na sondagem a partir de ditado, avalie as fases de escrita de cada aluno, na perspectiva que você escolher: teoria de Linnea Ehri ou psicogênese. O processo é o mesmo. A única diferença é que nessa proposta de sondagem os alunos não escreveram uma lista de palavras ditadas. Mas, sim, participaram de uma situação de escrita em que precisaram escrever algumas palavras com propósito comunicativo.

Por isso, é interessante avaliar além das hipóteses ou fases de escrita. Observe:

  • Os alunos utilizaram recursos para escrever (palavras de referência, como nome dos colegas, demais escritas presentes na sala de aula, consulta ao professor ou aos colegas)? 
  • Eles têm autonomia para escrever, conseguem interagir uns com os outros?
  • A escrita é legível?

Embora seja uma possibilidade realizar agrupamentos, a avaliação também deve ser individual, aluno por aluno. Já a avaliação entre o grupo, tem o objetivo de observar se aquele agrupamento foi realmente produtivo. 

Não significa que a atividade precise ficar correta do ponto de vista alfabético, mas sim que as crianças pensem juntas de modo que ambas tomem decisões sobre como escrever.

Como avaliar a sondagem de escrita realizada a partir da reescrita de um trecho de conto

Como essa sondagem foi aplicada para alunos que já compreenderam o sistema de escrita alfabética, aqui é possível analisar as questões de ortografia e habilidades de produção de texto.

Kaufman, Gallo e Wuthenau (2009) sugerem que para avaliar a reescrita de um conto devemos observar os seguintes aspectos:

  • Estrutura narrativa: observamos quantos e quais episódios os estudantes incluíram, se apresentaram ou não apresentaram distorções. Os episódios são aqui entendidos como as ações que se relacionam por causalidade, ou seja, que são necessárias para que as próximas aconteçam.
  • Motivações dos personagens: podemos observar em quais casos e de que maneira os alunos organizam os motivos que os personagens têm para agir de determinada forma.
  • Coesão textual: avaliamos como os estudantes utilizam as estratégias de coesão, tais como substituições e uso de conectores.
  • Recursos literários: analisamos se os estudantes apresentam descrições na reescrita do conto para enriquecer a trama narrativa. Se utilizam diálogos, se usam palavras e expressões típicas do gênero conto.

Além desses aspectos, é possível avaliar nesta sondagem de escrita se a criança se apropriou das normas ortográficas, se utilizou pontuação e paragrafação, se emprega letras maiúsculas corretamente, se segmenta o texto em palavras, se utiliza substituição lexical e pronominal. Enfim, são muitas possibilidades, pois essa sondagem permite uma riqueza de informações sobre a aprendizagem dos estudantes.

Como registrar e fazer o acompanhamento das aprendizagens por meio das sondagens de escrita

O registro das aprendizagens dos estudantes é muito importante, pois é por meio deles que temos os dados para planejar as intervenções pedagógicas. É importante realizar as sondagens de escrita de tempos em tempos e organizar os registros. Assim, é possível acompanhar e visualizar a evolução ou não na escrita dos alunos ao comparar esses dados.

Registrar em forma de tabelas é interessante para visualizar os resultados de toda a turma. O professor pode ir além da marcação de “X” ou de “sim” ou “não”, que é uma análise mais quantitativa e registrar também informações detalhadas de suas observações, ou seja, uma análise qualitativa. Dessa forma, o registro fica mais rico ainda.

Conclusão

Esse post apresentou possibilidades sobre como avaliar a sondagem de escrita dos alunos e identificar o nível de aprendizagem de cada estudante sobre a escrita. Realizar as sondagens, avaliar, analisar e registrar os resultados são os primeiros passos desse processo. 

Não basta identificar as fases de escrita, preencher os registros e deixá-los guardados em uma pasta. Ou seja, esse processo não se torna relevante se for apenas uma questão de burocracia para preencher documentos.

Portanto, é fundamental apropriar-se desses registros para planejar situações didáticas que ajudem as crianças a avançar na aprendizagem. 

Provavelmente, os registros vão apresentar uma diversidade de níveis de aprendizagem, pois essa é uma realidade cada vez mais comum nas escolas. Diante disso, é uma possibilidade, por exemplo, realizar agrupamentos com estudantes de níveis de escrita próximos. E assim, planejar intervenções pedagógicas específicas para cada grupo, de acordo com suas necessidades.

Esse conteúdo foi útil? Deixe um comentário!

Referências

COUTINHO, Marília de Lucena. Psicogênese da língua escrita: O que é? Como intervir em cada uma das hipóteses? Uma conversa entre professores. In: MORAIS, Artur Gomes; ALBUQUERQUE, Eliana Borges Correia de; LEAL, Telma Ferraz (orgs). Alfabetização: apropriação do sistema de escrita alfabética. Belo Horizonte: Autêntica, 2005, p. 47-69.

FERREIRO, Emilia. Reflexões sobre alfabetização. 26 ed. São Paulo: Cortez, 2011.

KAUFMAN, Ana Maria; GALLO, Adriana; WUTHENAU, Celina. Como avaliar aprendizagens em leitura e escrita? Um instrumento para o primeiro ciclo da escola primária. Publicado  em Lectura y Vida, Buenos Aires, ano 30, jun. 2009. Disponível em: https://docplayer.com.br/17252389-Como-avaliar-aprendizagens-em-leitura-e-escrita-1.html. Acesso em: 07 jun. 2023.

MALUF, M. R.; CARDOSO-MARTINS, C. (orgs.). Alfabetização no século XXI: Como se aprende a ler e a escrever. Porto Alegre, RS: Penso, 2013. E-book.  [[VitalSource Bookshelf version]]

SARGIANI, Renan (org.). Alfabetização baseada em evidências: da ciência à sala de aula. Porto Alegre: Penso, 2022. E-book. ISBN 9786559760091. [[VitalSource Bookshelf version]]

SOUSA, Otília Costa e. O ditado como estratégia de aprendizagem. Educação e Formação. n. 9. Exedra: Revista Científica ESEC. Disponível em: https://repositorio.ipl.pt/entities/publication/1a4287b2-8f0a-4418-8de9-4689681147e9. Acesso em: 25 mar. 2026.

2 comentários em “Saiba como identificar os níveis de escrita de sua turma e registrar os dados para acompanhar a aprendizagem”

Deixe um comentário